
Era
uma manhã nublada quando Ana, Felipe, Luísa e Gabriel chegaram ao templo
budista. Todos estavam em silêncio, mas não porque queriam — a regra do lugar
era clara: nada de falar alto, risos ou celulares. Para eles, que vinham de uma
rotina agitada na cidade, aquilo parecia um desafio e tanto.
No
começo, tudo foi bem. Eles andavam juntos pelo jardim do templo, observando as
estátuas e o lago com peixes dourados, até que Felipe, que sempre tinha algo
engraçado para dizer, murmurou:
— Será que eles aceitam ouvir um pouco de samba aqui? Tá tão quieto…
