sábado, 14 de março de 2026

Nós não tínhamos celular... mas temos histórias para contar.


Era mais um daqueles domingos com almoço que reunia a família na casa do seu Zé. Seu Zé estava sentado à sombra de uma laranjeira, quando seus netos o cercaram para ouvir suas histórias.

— Vô, é verdade que o senhor ia pra escola caminhando e que levava um tempão? — perguntou um dos netos, arregalando os olhos, como quem acha impossível alguém sobreviver sem carro, ônibus ou internet.
— Verdade sim, Pedrinho. Eu nasci e cresci lá em São Leopoldo, estudei em escola pública. Naquele tempo, eu deveria ter uns 9/10 anos, a gente acordava cedo, se arrumava sozinho e pegava a estrada a pé. Do bairro Rio dos Sinos até a Escola Gusmão Brito, lá no bairro Rio Branco, dava uns quarenta minutos de caminhada fácil.

domingo, 8 de março de 2026

Mulheres: Silenciosamente Gigantes

 


         Sabe...tem gente que ainda pergunta qual é o verdadeiro lugar da mulher no mundo. E eu sempre penso que essa pergunta já nasce errada, pois a verdade é simples: não existe lugar em que a presença de uma mulher não faça diferença.

Onde há uma mulher, aí tem cuidado. Tem olhar atento, com aquela sensibilidade quase mágica de perceber quando alguém está bem...e. acima de tudo, quando alguém está com algum problema ou desconforto.

A mulher é aquela presença que, muitas vezes, segura o mundo inteiro sem fazer barulho. Sem aplausos. Sem plateia.

Às vezes, é mãe. Às vezes, filha. Às vezes, irmã.

E, muitas vezes, tudo isso ao mesmo tempo, tentando equilibrar a vida como quem mantém vários pratos girando no ar, torcendo para que nenhum caia.


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