quinta-feira, 21 de novembro de 2024

É tão bom acordar, pegar o celular e já ter uma mensagem sua.

            Eram 6h47 da manhã quando o celular do Lucas vibrou na mesinha ao lado da cama. Ele esticou a mão, ainda com os olhos fechados, procurando o aparelho. Quase derrubou o copo d’água ao lado, mas conseguiu pegar o celular.

Na tela, uma notificação: **Mensagem de Ana**.

Ele abriu com um sorriso bobo no rosto, daqueles que você nem percebe. Ana era sua amiga desde a infância e todas as manhãs a primeira mensagem no celular era dela.

_"Bom dia, Lucas! Sei que seu dia vai ser cheio hoje, mas só queria dizer que você vai mandar bem, como sempre. Lembrei daquela vez que você achou que ia dar errado e no fim foi incrível. Tô torcendo por você! ❤️"_

quarta-feira, 20 de novembro de 2024

Você chega em casa, faz um café, senta no sofá e não tem mais ninguém ali... Você que decide se isso é solidão ou liberdade.



            Na pequena mesa da cafeteria, Ana e Júlia se encontraram após meses prometendo um café juntas. Era uma tarde fria, e as duas seguravam suas xícaras como quem abraça uma fonte de calor.

Não sei como você consegue, Ana — começou Júlia, franzindo a testa. — Chegar em casa, todo dia, e não ter ninguém lá. Eu acho que ficaria maluca.

Ana deu um gole no cappuccino e riu, ajeitando o cachecol.

— E eu não sei como você aguenta dividir espaço com alguém, Júlia. Às vezes, o silêncio é a melhor companhia.


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