domingo, 22 de dezembro de 2024

Às vezes, a gente tem que respirar fundo e falar: “então tá!”

 

Era um domingo, como tantos outros, naquela família tradicional do interior da cidade. Pais e filhos se reuniam para o almoço dominical. Estavam presentes o senhor Jorge, dona Maria e seus filhos, Júnior, de 17 anos, e Mari, de 26. Mari e seu esposo, Beto, sempre faziam questão de participar do almoço da família.

Antes do almoço, sentados no pátio sob a sombra das laranjeiras e bergamoteiras, Mari e Júnior conversavam sobre como o menino estava se saindo nos estudos e no estágio no armazém do seu Luiz. Júnior parecia um pouco preocupado e resolveu abrir o coração com sua irmã.

— Ei, Mari, você já teve vontade de jogar tudo pro alto?

— Já? Ontem mesmo! Me estressei com um fornecedor da empresa. Ele prometeu entregar os produtos ontem e só avisou que ia atrasar na última hora. Sabe, Júnior, a vida, às vezes, parece uma comédia trágica. Só que sem final feliz.

sábado, 21 de dezembro de 2024

Na maioria das vezes, a beleza está nas flores, mas a segurança está nas raízes.

 

Era mais um dia tranquilo na floricultura. Nina e Juca estavam ali, rodeados por flores de todas as cores, cuidando delas com aquele carinho que só quem realmente entende de plantas tem. Juca estava parado junto a um canteiro de girassóis, com um regador na mão, e Nina ajeitava um vaso. A conversa surgiu do nada, como uma reflexão que ninguém esperava, mas que fez todo sentido.

- Ei, Nina, já reparou como as flores são lindas? Aquelas cores, o cheiro... dá vontade de ficar o dia todo só admirando. 

- Sim, são incríveis, né? A beleza delas é uma coisa de outro mundo. Mas... sabe o que eu percebo? Elas até têm toda essa beleza, mas sem as raízes, elas não iam durar nada. A flor é linda, mas se não tiver uma base sólida, ela logo murcha. 


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