Sob o céu do Rio Grande, em setembro a brilhar,
O orgulho gaúcho, tradição a exaltar,
No vigésimo dia, a alma se revigora,
Chimarrão em mãos, amizade que aflora.
Nas rodas de prosa, na sombra do galpão,
A hospitalidade é nossa tradição,
20 de setembro, símbolo de união,
No coração do gaúcho, eterna paixão.
Cavalos a galope, campos a perder de vista,
No chão gaúcho, a história é bem escrita,
Valor e coragem, legado que se ergue,
No 20 de setembro, orgulho que nos segue.
Neste chão sulista, onde o amor resplandece,
Ser gaúcho é honrar o que a terra oferece,
No 20 de setembro, cantamos com fervor,
A garra gaúcha, eterno e fiel amor.
Pedro Teixeira
No vigésimo dia, a alma se revigora,
Chimarrão em mãos, amizade que aflora.
Nas rodas de prosa, na sombra do galpão,
A hospitalidade é nossa tradição,
20 de setembro, símbolo de união,
No coração do gaúcho, eterna paixão.
Cavalos a galope, campos a perder de vista,
No chão gaúcho, a história é bem escrita,
Valor e coragem, legado que se ergue,
No 20 de setembro, orgulho que nos segue.
Neste chão sulista, onde o amor resplandece,
Ser gaúcho é honrar o que a terra oferece,
No 20 de setembro, cantamos com fervor,
A garra gaúcha, eterno e fiel amor.
Pedro Teixeira
Teicheira - Motorista Particular

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