quarta-feira, 22 de janeiro de 2025

Se eu te desejar o dobro que me desejas, você vai ficar feliz ou preocupado?

 
            Você já parou para pensar no impacto dos desejos que lançamos ao universo? Foi exatamente essa reflexão que surgiu em uma conversa entre dois amigos, sentados em um banco de praça, observando o movimento ao redor. Entre risadas e pensamentos profundos, um deles lançou uma pergunta intrigante: "E se eu te desejar o dobro do que você me deseja? Você fica feliz ou preocupado?" O que começou como uma simples provocação, logo se transformou em uma discussão cheia de descobertas e aprendizados.

— Ei, já parou pra pensar no que acontece se eu te desejar o dobro do que você me deseja?

— O dobro? Como assim?

— Tipo assim, se você me deseja coisas boas, eu te desejo o dobro. Mas... e se forem coisas ruins?

— Ah... aí complica, né? Acho que eu teria que pensar melhor antes de desejar qualquer coisa pra você.

— Exato! A gente nunca pensa nisso, né? Sai desejando coisas pros outros sem nem imaginar o que pode voltar.

terça-feira, 21 de janeiro de 2025

O importante não é ter alguém para ensinar, mas incentivá-lo a aprender.

 
            Como acontece em todo início de ano letivo, a escola reúne os professores para debater técnicas e orientações sobre abordagens aos alunos. Para essa reunião, a diretora Márcia convidou o psicólogo educacional Marcos Santos Chagas, conhecido por ministrar palestras e cursos para professores de várias escolas, além de ser professor na universidade local.

A reunião ocorreu em uma sala ampla, com uma grande mesa ao centro, onde os professores estavam acomodados. Alguns seguravam cadernos e canetas, prontos para anotar, enquanto outros apenas observavam com expressões atentas. O psicólogo educacional, Marcos, sentou-se em uma das cadeiras, respirou fundo e iniciou a discussão.

“Bom, pessoal, sejam todos bem-vindos. Hoje vamos falar sobre algo essencial para o nosso trabalho: aprender. Muitos de vocês podem pensar que ensinar é o nosso principal objetivo, mas vou lançar uma provocação: não basta ter alguém para ensinar se, do outro lado, não houver alguém realmente disposto a aprender. O que vocês acham disso?” – perguntou Marcos, percorrendo os olhares atentos.


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