quarta-feira, 22 de janeiro de 2025

Bons resultados calam bocas, sem que você precise abrir a sua. Aguarde e confie!

 

Rui, um jovem de 20 anos, trabalha em uma empresa de tecnologia, no setor de criação de projetos e aplicativos, e tem enfrentado alguns problemas de relacionamento com seus colegas de trabalho. Ao chegar em casa, após mais um dia de muito trabalho, joga-se no sofá, ao lado de seu pai, com uma expressão de cansaço e desânimo. Seu pai, o senhor Renato, ao ver o estado do filho, procura saber o que está acontecendo.

— Pai, eu não aguento mais... Sério! Todo dia a mesma coisa. Meus colegas vivem dizendo que minhas ideias não vão dar certo, que criar um aplicativo para isso ou aquilo é perda de tempo. Eles nem tentam entender, já chegam com aquele ar de superioridade e jogam um balde de água fria.

— E o que você responde?

— O que eu posso dizer? Tento explicar, mas é como falar com uma parede. Parece que eles já decidiram que nada do que eu faço vai funcionar.

Se eu te desejar o dobro que me desejas, você vai ficar feliz ou preocupado?

 
            Você já parou para pensar no impacto dos desejos que lançamos ao universo? Foi exatamente essa reflexão que surgiu em uma conversa entre dois amigos, sentados em um banco de praça, observando o movimento ao redor. Entre risadas e pensamentos profundos, um deles lançou uma pergunta intrigante: "E se eu te desejar o dobro do que você me deseja? Você fica feliz ou preocupado?" O que começou como uma simples provocação, logo se transformou em uma discussão cheia de descobertas e aprendizados.

— Ei, já parou pra pensar no que acontece se eu te desejar o dobro do que você me deseja?

— O dobro? Como assim?

— Tipo assim, se você me deseja coisas boas, eu te desejo o dobro. Mas... e se forem coisas ruins?

— Ah... aí complica, né? Acho que eu teria que pensar melhor antes de desejar qualquer coisa pra você.

— Exato! A gente nunca pensa nisso, né? Sai desejando coisas pros outros sem nem imaginar o que pode voltar.


POSTAGENS MAIS LIDAS NA SEMANA