Era uma manhã ensolarada no quartel. O vento fazia a bandeira do Brasil tremular com imponência no mastro central do pátio. Os recrutas, ainda se adaptando à rotina militar, estavam alinhados e atentos ao capitão Araújo. Ele era um homem de postura firme, mas suas palavras sempre carregavam um tom inspirador, principalmente quando o assunto era o Brasil. Naquela ordem unida do dia, ele falaria sobre os símbolos nacionais.
O
capitão caminhava lentamente pelo pátio, olhando nos olhos de cada recruta.
— Senhores, hoje vamos falar da bandeira do Brasil. Quero que entendam que ela não é apenas um pedaço de tecido. É a representação da nossa identidade, do que somos e do que podemos ser.

