
Ana,
Felipe, Luísa e Gabriel estavam visitando um Templo Budista e durante a visita
estavam tendo muitas emoções, com direito, inclusive, a ouvir conselhos sobre
paz interior diretamente de um monge. A caminhada pelo local os estava deixando cansados. Então resolveram parar na lancheria do templo, para
descansar e fazer um lanche.
Ana,
entretanto, tinha outros planos. Avisou aos amigos que iria dar uma volta e
voltaria logo. Ela se afastou, observando o movimento tranquilo do
templo. O ar era leve, e o silêncio parecia envolver cada canto do lugar. A
intenção dela, no entanto, era procurar o monge que haviam encontrado mais cedo. Andou por uns 10 minutos e o
encontrou, no mesmo lugar, perto de um pequeno lago, sob a sombra de uma frondosa
árvore. Ana aproximou-se, hesitante, e o monge, mesmo com os olhos fechados,
logo notou sua presença.
—
Olá, aproxime-se. Você é a Ana, não é mesmo? — ele a cumprimentou com um
sorriso gentil. — Algo me diz que você tem mais perguntas.
— Como… o senhor lembrou de mim? Como sabia que era eu? — ela perguntou, um pouco surpresa.
